
Segundo o vocalista Bruce Dickinson (que obviamente deu um show a parte), o show em São Paulo ontem foi o maior show individual da carreira, aqueles que não são em festivais e nem nada, resumindo: fizeram história ontem.
Na verdade, eu ainda não sei como descrever esse dia, dizer que o show foi sensacional é chover no molhado, mas foi muito, mas muito mais além disso. Foi seminal, insano e pode inserir trocentos outros adjetivos que possam descrever o que foi.
A história desse dia é longa e começou ainda de manhã quando pegamos metrô e dois ônibus para chegar no distante (e assustador) autodromo de interlagos. Chegamos lá cedo mas a fila já estava grande, porém ela cresceu muito mais depois que já estávamos alojados. Reflexo disso é que o show atrasou mais de uma hora e ainda haviam pessoas entrando com o show em execução.
Obviamente, entre fotos, deitar na fila e outras coisas, a gente ainda se revezou pra comprar lanches (junk food em geral, pra variar) mas a fila não saia do lugar, nem mesmo quando chegou o horário que estava previsto para abertura dos portões, as 14h.
Quando finalmente a fila andou, percebemos que estávamos bem longe dos portões e pouco tempo depois a chuva começa a cair forte. Foi um verdadeiro temporal e eu estava sem capa de chuva, logo, fiquei completamente encharcado, assim como muitos outros. Curiosamente, depois veio um sol forte e nos secou com a mesma rapidez que nos molhou.
Depois de muita fila, muita chuva e muito sol, entramos de vez. O lugar era gigantesco e conseguimos ficar do meio pra frente. Para nosso espanto, não tinha tapumes de proteção ao solo no local e entramos em um verdadeiro pasto, cercado de lama por todos os lugares.
Não demorou muito e presenciamos o show de abertura com a Lauren Harris, que apesar de competente, não agradou o pessoal, que prestava mais atenção em retardados se jogarem na lama em uma parte do irregular terreno de Interlagos.
Já era 20:00, o horário que iria começar o show, quando anunciaram um atraso em virtude da chuva e dos que tavam ainda no lado de fora. Todos ali estavam muito ansiosos mesmo, nervosos e esperando muito pelo início do show.
Demorou mais uma hora e meia, mas finalmente presenciamos a abertura com Churchill Speech seguida com Aces High. Isso foi o suficiente para me levar a loucura e mesmo com o joelho já destruído por completo, pulei em todas as músicas que tocou.
O show seguiu com Wrathchild e 2 Minutes to Midnight, cantada com gosto por todos os presentes. Rime of the Ancient Mariner foi um show a parte, foi algo surreal e eu mal podia acreditar que estava vendo essa música ao vivo, tamanha beleza com que foi executada. Foi espetacular e eu encararia toda a lama que encaramos só pra vê-la de novo ao vivo.
Não demorou muito e presenciamos o show de abertura com a Lauren Harris, que apesar de competente, não agradou o pessoal, que prestava mais atenção em retardados se jogarem na lama em uma parte do irregular terreno de Interlagos.
Já era 20:00, o horário que iria começar o show, quando anunciaram um atraso em virtude da chuva e dos que tavam ainda no lado de fora. Todos ali estavam muito ansiosos mesmo, nervosos e esperando muito pelo início do show.
Demorou mais uma hora e meia, mas finalmente presenciamos a abertura com Churchill Speech seguida com Aces High. Isso foi o suficiente para me levar a loucura e mesmo com o joelho já destruído por completo, pulei em todas as músicas que tocou.
O show seguiu com Wrathchild e 2 Minutes to Midnight, cantada com gosto por todos os presentes. Rime of the Ancient Mariner foi um show a parte, foi algo surreal e eu mal podia acreditar que estava vendo essa música ao vivo, tamanha beleza com que foi executada. Foi espetacular e eu encararia toda a lama que encaramos só pra vê-la de novo ao vivo.
Hallowed Be Thy Name me fez arrepiar, assim como Phantom of the Opera, Fear of the Dark, Evil that Man Do, The Trooper e Wasted Years...Não preciso falar mais nada, essas músicas falam por si só. Sem contar o Eddie, que já no final do show surgiu em forma gigantesca e levou todo mundo ao delírio.
Todas as músicas deles foram espetaculares e foi sem dúvida alguma o maior show da história deles. Um dos melhores que vi até hoje, mesmo levando em consideração Scorpions, Megadeth.
A aventura não acabou depois do show. Devido a péssima localização do evento e o atraso do concerto, muita gente ficou ferrada pra voltar pra casa. Quem tinha carro pegou transito obviamente, quem não tinha, se virou com ônibus que de madrugada saia esporadicamente.
Mas e quem necessitava de trem/metrô? Se vira nos 30. Não sei como, mas seguimos um fluxo de pessoas que estavam procurando a estação de trem mais próximas e por algum milagre, conseguimos entrar na estação. Pegamos o último trem tanto na estação Autodromo quanto na Pres.Altino para finalmente chegarmos na Barra Funda, mas ai a maionese desandou de vez, porque nenhum sistema funcionava mais. Restou apelar pra última opção, a que ferraria meu bolso: o taxi. Naquela altura da noite, já não me importava com o meio de chegar em casa, afinal, preciso trabalhar né?
Telão com defeito, organização grotesca, chuva fora de hora e péssimo lugar pra transporte a parte, foi uma grande aventura, mas que valeu totalmente a pena. Foi loucura desde o principio quando comprei o ingresso naquele fim de semana de dezembro de 2008.
E ainda tem o Kiss em menos de um mês...
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