segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Eu quero que a reforma ortográfica se exploda

A reforma ortográfica foi aprovada em 2008 e veio com o intuito de facilitar os meios gramaticais. Não deu certo. Pelo menos pra mim, confunde quem tá aprendendo e desanima quem estudou (e foi bem) em português por anos a fio.

Tudo ia bem (pra quem se empenhava e buscava não fazer feio, claro), até que por algum acidente de percurso, os fanfarrões que estocam suas bundas na academia brasileira de letras pensaram: “o que fazer pra dificultar a vida desses filhos da puta?” e pronto, resolveram mudar as regras gramaticais.

Imagina você, que desde pequeno aprende regras x e y (sempre eles) sobre acentuação, hífens, crase, trema e de uma hora pra outra isso muda ou some da escrita. Não é muito animador tentar memorizar todas as regras de novo e acho que qualquer alien que tenha estudado regras por um tempão, também esteja se sentindo puto.

Já estamos nessa fase de “transição” desde 2008 e ainda assim não me dei ao trabalho de estudar tudo de novo. Essa obrigatoriedade me obriga a ler isso em algum momento, afinal, em humanas não se pode ter o luxo de ficar pra trás, porque em algum momento vai ter um bastardo te observando e apontando erros. E se você é sistemático (como eu), isso é uma merda.

Há quem tenha gostado disso tudo, disse que é mais fácil, que as pessoas vão aprender melhor. Talvez pra algumas almas funcione, mas pra quem já passou dos 19, o estrago já está completo.

Essa reforma ortográfica é a prova que o capeta tá no Brasil e procriou, colocando pelegos na academia brasileira de letras (a outra prova é a plantação de ervilhas).

Um grande obrigado pros “gênios” que tiveram essa idéia, mas até 2012, serei resistente.

Nenhum comentário:

Postar um comentário