Quatro derrotas seguidas que nos jogaram na beira da zona do rebaixamento, faltando duas rodadas e sem perspectivas de melhoras. O sentimento de abandono, algo que escrevi por aqui em 2012, continua, aliás, tenho dúvidas se um dia foi embora.
Eis que estamos perto de nossa terceira queda. Caso ela seja consumada, será em nossa nova casa, da maneira mais cruel e sadística que um palmeirense poderia imaginar. E para 2015, haja devoção, algo que não dá para exigir mais de quem sempre teve. Já vi relatos (não poucos) de gente que está pensando em desistir caso aconteça essa queda. Não os condeno, chega uma hora que quebramos depois de tanto envergar.
Eu? Respirarei fundo e irei até onde meu corpo, alma e coração permitir. E sei que não estou sozinho nessa.
Reage, Palmeiras!
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