domingo, 7 de dezembro de 2014

Alívio e raiva

E terminamos hoje aquela que podemos considerar a temporada mais maldita que o Palmeiras teve em sua história. Não rebaixamos apenas por conta da incompetência dos adversários, pois não conseguimos sequer vencer o time sub-23 do Atlético-PR dentro do Palestra (ou Allianz Parque, como preferirem).

A tensão que tomou conta de todos nós deu lugar ao desespero quando tomamos o primeiro gol e só tivemos alívio ao finalmente sabermos os resultados finais de todos os jogos. Por muito tempo ficamos por um fio.

O alívio foi efêmero e logo deu espaço para a raiva. Era uma ira coletiva e que não tinha apenas um alvo, mas vários, todos eles responsáveis por terminarmos a temporada com números de time pequeno e com recordes negativos. A lista de vexames em nosso ano do centenário é enorme e eu não estou disposto a reviver. De fato, espero esquecer essa temporada o quanto antes.

Que mudem tudo para ontem, do jeito que está, não vamos adiante.

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- Ao menos enquanto torcedor, posso dizer que cumpri a minha missão. Dos 32 jogos que o Palmeiras mandou na capital paulista, estive presente em 31, sendo que a única vez que estive de fora foi por conta de um casamento de dois amigos muito especiais para mim. E infelizmente não fui aos jogos fora da capital (o jogo contra o SPFC no Morumbi não fui por questão de logística pessoal) por questões financeiras, mas assim que me estabilizar, pretendo conhecer outros estádios.

- Ainda esse mês farei uma postagem sobre como um jogo que aconteceu em 2013 foi um ponto de virada na minha vida e como quase parei de acompanhar futebol ao final do ano passado.

- Jogos agora só em fevereiro. Até lá, evitarei até notícias. 

- Espero de coração que eu me estresse menos por conta disso. 

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