Mas no mês de julho a irregularidade tomou conta do meu cronograma e acabei sacrificando a parte física, chegando em casa pensando apenas em comer ou dormir. O efeito dessa ação vem como avalanche e tudo passa a piorar: alimentação, ânimo, disciplina e até o sono. Isso tudo me fez repensar se valia a pena continuar fazendo exercícios à noite, foi quando resolvi testar um cronograma diferente do que estava acostumado.
Do início de agosto para cá reajustei todos meus horários (sono, caminho, séries e afins) e, pela primeira vez na vida, finalmente fiz exercícios antes do trabalho. Um pouco mais curto do que o normal, algo que dura entre 30 e 40 minutos, mas ainda suficiente para o dia - já tinha abolido as conversas pequenas que acontecem em academias, que só serviam para distrair e mais atrapalhavam do que ajudavam.
É uma coisa besta, mas fico feliz que não me prendo mais a hábitos e manias. Se tem mudanças que vem para melhor, excelente.
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