quinta-feira, 16 de julho de 2009

Harry Potter and the Half Blood Prince

Já avisando de antemão, quem caiu por engano, não gosta da série Harry Potter e acha que é uma coisa infantil, dar a meia volta é a melhor opção, o botão voltar existe em todos os navegadores.

Sou fã da série desde os 13 anos de idade, antes mesmo do Philosopher Stone sair, logo, acompanhei o desenvolvimento da série simultaneamente ao meu próprio crescimento. Hoje tenho 21 e ontem saiu o sexto filme da série, Half Blood Prince, disparado o melhor filme de toda a série.

Inicialmente, o longa metragem estava agendado pra estrear em novembro de 2008, mas foi adiado pra julho desse ano. Na época eu fiquei revoltado, creio que todos os fãs também tenham ficado revoltados, mas eu posso dizer que toda a espera valeu a pena.

A atmosfera do filme (e no próprio livro) é mais sombria e obscura do que tudo o que tinham feito até então, os efeitos especiais foram bem utilizados na hora certa e as cenas conseguiram me prender em todos os minutos do filme, sem sequer olhar pro lado. O maior destaque entretanto, foi a atuação individual dos personagens, em especial o foco no Draco Malfoy, que de um personagem esquivo virou alguém nervoso, em pânico e conseguiu passar mais empatia mesmo durante sua jornada das trevas.

Outro destaque do filme foi o lado mais romântico abordado, algo mais adolescente e ao mesmo tempo uma cômico, com situações que ficaram ainda melhores do que no próprio livro. Nessas horas a sala rachava o bico, jamais tivemos tamanha reação ao ver algo do gênero da série, isso sem contar as tiradas sarcásticas dos protagonistas.

Mas o melhor ficou pra segunda metade, desde a recuperação da memória de Slughorn, passando pela descoberta de Horcruxes, a caverna (com a melhor cena do filme) e o final, o cinema ficou estático, todos estavam absolutamente calados e emocionados.

Sem dúvida alguma, Harry Potter and the Half Blood Prince conseguiu me levar aos extremos da emoção, me fez rir, me fez chorar e mostrou que mesmo vivendo em um ambiente muito dark, ainda há romantismo no meio. Já devo ter dito que é o melhor da série, mas tudo bem, eu repito isso quantas vezes for preciso.

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