segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Next generation

Tem muita coisa que evolui na mesma proporção que a gente vai crescendo e ficando mais velho, uma dessas coisas são os games, que foram sofrendo uma metamorfose considerável desde os tempos que eu era um reles pivete de 6 anos.

Na época que eu tinha 6 anos, estávamos na metade dos anos 90 e eu tinha um Master System, era simples, porém genial. Eu me divertia em coisas como Alex Kidd, Sonic, Golden Axe, Prince of Persia e outros jogos perdidos pela plataforma. Paralelamente ao MS, eu ia muito à casa dos buddy’s pra jogar outros consoles como Super Nintendo e Mega Drive. Jogos como ISS, Street Fighter 2 e Cia, eram lei.

Aos 9, tinha meu Nintendo, aonde passava horas jogando Super Mario World 3, descompromissado. Eu achava demais, era de fato um dos melhores jogos da história, era legal, colorido e não cansava, sobretudo no mundo das nuvens, o qual eu achava o mais sensacional daquele jogo. Fora o Mario, ainda tinha mais alguns jogos legais, mas que não se aproximavam da genialidade do game do bigodudo mais carismático do mundo.

Depois cresci e como a maioria dos moleques que conhecia, também tinha o meu Playstation, ganhei com 12 anos e no auge dos jogos e popularidade. Na mesma época, havia também o Nintendo 64, mas na época não dava pra ter porque era realmente muito caro, mesmo quando já estava em declínio, foi ai que deixei de lado por um grande período de tempo os jogos da Nintendo. Em compensação, aproveitei muito o PS e seus jogos. Entre 2000 e 2003 fizemos diversos campeonatos de vários jogos, foi nessa época que surgiu os primeiros jogadores de Winning Eleven.

Porém, o tempo passou e na metade de 2004, já sem muito animo, acabei vendendo o PS, mas ainda jogava jogos pro PC – alguns no nível da então geração atual – tal como GTA: Vice City e Need for Speed: Underground 2. Havia ainda os emuladores e logo consegui jogar vários jogos perdidos da geração do N64, mas obviamente sem ser a mesma coisa.

Depois disso, passei longos anos sem sequer falar nisso, desde 2005 andei fazendo coisas completamente diferentes e só falava a respeito do assunto quando tinha conversas retrôs. Nesse meio tempo, só jogava quando estava na casa de algum amigo, muitas vezes ficávamos horas jogando, mas eu raramente cogitava a hipótese de ter algum sistema novo em casa, eu achei que esse tempo tinha passado de vez pra mim.

Porém, de maneira completamente inesperada, comecei a olhar sites de jogos novamente, só pra olhar como andavam as coisas atuais. Foi quando vi que tínhamos 3 novos sistemas: PS3, Xbox360 e o Nintendo Wii. Já tinha ouvido falar de maneira bem vaga e até joguei o PS3 em um dia perdido de 2008, mas nada que me empolgasse muito a ponto de ter um.

Nos últimos meses, entretanto, depois de jogar uma interessante partida de Mario Power Tennis no shopping Ibirapuera, senti que o Wii era o sistema mais diferente de todos, era algo mais interativo, mais participativo do que o comum.Eu não tinha a pretensão de comprar nada até mais ou menos junho, mas depois que vi que o preço era mais baixo em relação aos demais e que tinha essa interação toda, resolvi juntar e arriscar.

Ainda tinha uma pequena dúvida, eu poderia levar um X360, aonde tem imagens realmente melhores e jogos bem mais complexos. Mas não, eu preferi voltar a época dos meus 9 anos e ter um Nintendo novamente, escolhi pelo o Wii e por seus jogos, tal como o sensacional Super Mario Galaxy.

Faz algum tempo, mas aqui mesmo nesse blog, eu disse que a possibilidade de jogar um Wii novamente em pouco tempo era uma coisa completamente remota, não passava de uma especulação bem distante. O tempo acabou me provando o contrário, melhor assim.

E que dure por muitos e muitos anos!

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