domingo, 6 de dezembro de 2009

Nem libertadores, que ano...

Eu posso me considerar o retrato da desolação depois do jogo. Já não dependíamos mais de nós mesmos pra conseguirmos o titulo, mas não sei porque, continuei acreditando piamente que iriamos vencer. Coisas que só coração de torcedor - fanático, trouxa, leiam como quiser - entende, não peço pra que outras pessoas tentem entender isso.

Inicialmente eu até havia marcado coisa pra fazer logo após o jogo, mas eu resolvi ir pro último adeus ao Palestra esse ano. Topei o convite de ver o jogo com o pessoal em um bar localizado perto do Palestra, na Caraíbas. O clima tava ótimo antes do jogo, os palmeirenses ao redor também estavam confiantes em uma combinação improvável de resultados e mesmo durante o jogo, seguimos bem confiantes, mas...

...de que adianta toda a torcida do mundo se o time em questão tá recheado de pipoqueiros vagabundos? Mercenários, maricas, indignos de vestirem o manto alviverde. O Inter tava levando a taça ao vencer o fraquissimo Santo André - time rebaixado no qual perdemos, apenas mais um dos vexames que tivemos nessa reta final - enquanto a gente tomou o primeiro gol do não menos desesperado Botafogo.

A coisa foi pro ralo de uma vez por todas quando o Botafogo fez o segundo. Quando diminuímos o marcador, já era tarde. O título já era, mas não nesse jogo, sim nas rodadas que antecederam esse dia trágico. Pior do que isso, a vaga pra libertadores, uma coisa quase impossível de se perder, também conseguiu voar de nossas mãos.

Dolorido demais pra quem acompanhou o time o ano inteiro, não merecíamos isso.

Eu quero apenas que vagabundos saiam do Palmeiras. E logo.

Sem mais.

Um comentário:

  1. Imagina o Marcos o que pensou?
    Eu fico com muita dó dele... muita mesmo.

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