terça-feira, 13 de abril de 2010

E vamos pra segunda vez

Qualquer vegetal que me conheça por 20 minutos vai saber que eu sou um cara apaixonado por música, rock and roll em especial e quem me conhece mais a fundo sabe que sou fã bem antigo do Megadeth (quando digo antigo, leia-se, desde pré adolescente). Logo, não é pra menos que eu esteja esperando muito o show deles no dia 24 de abril.

Não será o primeiro show deles e poderia já ser o terceiro, já que em 2005 eu deixei de ir em detrimento do Live’n’Louder (grana né?). Em 2008 não deixei a chance passar e vi uma verdadeira aula de thrash metal, ainda que esse episódio tenha suas nuances estranhas.

Na verdade, o show de 2008 ocorreu num momento bem esquisito da minha vida, eu estava completamente imerso com os problemas de atividades complementares, que me forçou a pedir demissão do estágio que tava (fato que ocorreu 4 dias após o show) e no qual foquei por completo na faculdade (não podia perder a bolsa, no way). Era um puta período de transição, então, nem mesmo no dia do show eu tava com aquele animo.

Conta também o fato de que era uma sexta feira e que combinei com uma amiga (a mesma que comprou ingresso pro show do AC/DC e Metallica e não foi em nenhum dos dois) e ela se atrasou por duas horas.

Rápido interlúdio: foi até um atraso rápido se for comparar o de 5 horas que ela já teve com a gente.

Okey, o problema desse incidente era o transito em Sampa e que o local era o Credicard Hall. Claro, ficamos presos no transito, afinal, que tipo de louco resolve encarar a Marg. Pinheiros sem motivo aparente?

O Terminal Sto. Amaro não é o local mais amistoso do mundo e demos uma pequena volta até chegar ao Credicard, aonde felizmente não havia uma fila gigantesca pra entrar – muitos chegaram bem depois.

O dia inteiro eu passei com ruffles e pão de batata, mas mesmo assim, agüentei firme e forte. Foi ai que então o titio gênio Dave Mustaine adentrar o palco e soltar o seu arsenal de clássicos. O único senão desse show foi quando ele abandonou o palco durante Kick the Chair por causa dos problemas que os antas dos roadies não souberam resolver. Depois que ele voltou, não parou mais.

No fim, foi uma bela lembrança, saímos de lá extremamente extasiados, cantando She-Wolf que nem imbecis pelo caminho e lembrando do evento durante dias. Os shows posteriores foram melhores que esse, mas certamente o segundo pode fixar isso de uma vez.

Droogies, vejo vocês dia 24.

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