quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Minigolfe e esportes genéricos

Numa megalópole onde tudo é corrido, não há tempo pra sair praticando todo santo esporte que vem na mente. Eu por exemplo, nunca parei pra procurar campos de golf pra jogar, o mais próximo que passei disso foram em partidas de Mario Golf, Wii Sports ou Tiger Woods PGA (aquele da EA). O verdadeiro? Esquece.

800 km depois, eu me vejo em um parque temático e com dois tickets de cortesia para jogar o minigolfe. Tudo bem, creio que não tenha 10% do glamour daqueles campos gigantescos, mas como eu não sei jogar absolutamente nada, não iria fazer muita diferença.

Pelo contrário, foi algo novo e bem divertido.

Pra começar, nunca (ênfase nesse nunca) acerte a si próprio com o taco de golf, mesmo que seja sem querer. Ferro fundido é algo que se há um mau uso, é capaz de derrubar sem piedade. Acertei sem querer o meu pé e fiquei mancado até a noite. Sim, eu sou desastrado a esse ponto.

Fora esses acidentes característicos a minha persona, achei realmente divertido ficar mirando o buraco pra acertar a tacada. Sei lá, pra quem tá acostumado com esportes mais urbanos tipo futebol, esse tipo de coisa foi um prato cheio.

A “competição” foi com uma criança (ainda que ajudada pelo pai) e ainda assim quase perdi, o que significa que existe um pouco da tal sorte de principiante, mesmo que não valha muita coisa nesse caso.

Foi uma experiência divertida, mas acabou me lembrando de “esportes” genéricos, que nem de longe são tradicionais, mas que ainda tem um mínimo de aura. Alguns deles eu joguei com frequência na minha adolescência, tal como o Ping Pong (tênis de quadra? Não vira pra mim) e Air Hockey ou Hockey de mesa (não conheço um amigo que patine, quanto mais que jogue hockey).

Não é uma coisa relevante, mas foi uma experiência particularmente nova. E foi uma surpresa bem agradável, apesar da minha ruindade.


Yes, I really suck at this.


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