"Sábio o homem que inventou a cerveja."
Platão.
Essa frase de Platão se encaixa perfeitamente no contexto que pretendo desenrolar nos próximos parágrafos, afinal, a cerveja é um item que possui presença constante na minha vida desde 2004.
Não vou fazer uma trívia sobre cervejas dizendo a história dela e seus valores nutricionais, vou apenas fazer um histórico que esse suco de cevada tem em minha vida, tal como a sua importância. A bem da verdade, posso fazer tranquilamente um Top 10 de peripécias onde tinha cerveja envolvida no meio, mas essa fica para uma próxima postagem.
Meu primeiro contato com cerveja foi aos 16 anos, ainda no 2º colegial. Foi paixão ao primeiro gole. Era o sabor que eu estava procurando naquele momento, mas como era adolescente e “de menor”, obviamente não saí por ai alastrando esse fato para professores/pais, senão iriam ficar com a paranóia de que estava começando a achar legal o pileque de cerveja. No fim, só comecei a tomar cerveja abertamente mesmo no ano seguinte, já com 17 anos, quando eu já abria a geladeira de casa e tomava na lata sem a menor cerimônia.
No final desse período de colégio, sentei com um amigo que morava na região. Depois de várias cervejas, estávamos meio ruins, tontos, mas começamos a dialogar sobre as coisas da vida,
Eu: Enfim terminou o colégio, nem acredito.
Pessoa: Acabou o colégio cara, você vai entrar em uma aventura totalmente nova.
Eu: Verdade cara, agora tem a faculdade, um mundo totalmente estranho, mas se tiver uma pessoa que sente na mesa com você, tome uma cerveja e que tenhamos momentos legais, tudo vai ser legal.
A vida continuou e no ano seguinte, já na faculdade, a grande tendência de tomar mais cerveja durante a graduação se potencializou. Mais ainda do que eu tinha previsto. Nos primeiros meses de faculdade, havia um interminável rodízio entre ir pra aula e ir pro bar. Havia quem ficasse lá de uma vez, sendo que esses inverteram as prioridades e foram engolidos. Eu tinha aquele código “primeiro a obrigação e depois a diversão”, e tirando os poucos dias que eu estava injuriado e matava o segundo período pra tomar cerveja, o primeiro semestre se resumiu a socializar no calçadão (ponto de bares da região) depois que as tarefas estivessem ok. Na medida em que o tempo foi passando dentro da faculdade, a frequência no bar diminuiu bastante, se resumindo a breves intervalos no segundo e terceiro ano.
Platão.
Essa frase de Platão se encaixa perfeitamente no contexto que pretendo desenrolar nos próximos parágrafos, afinal, a cerveja é um item que possui presença constante na minha vida desde 2004.
Não vou fazer uma trívia sobre cervejas dizendo a história dela e seus valores nutricionais, vou apenas fazer um histórico que esse suco de cevada tem em minha vida, tal como a sua importância. A bem da verdade, posso fazer tranquilamente um Top 10 de peripécias onde tinha cerveja envolvida no meio, mas essa fica para uma próxima postagem.
Meu primeiro contato com cerveja foi aos 16 anos, ainda no 2º colegial. Foi paixão ao primeiro gole. Era o sabor que eu estava procurando naquele momento, mas como era adolescente e “de menor”, obviamente não saí por ai alastrando esse fato para professores/pais, senão iriam ficar com a paranóia de que estava começando a achar legal o pileque de cerveja. No fim, só comecei a tomar cerveja abertamente mesmo no ano seguinte, já com 17 anos, quando eu já abria a geladeira de casa e tomava na lata sem a menor cerimônia.
No final desse período de colégio, sentei com um amigo que morava na região. Depois de várias cervejas, estávamos meio ruins, tontos, mas começamos a dialogar sobre as coisas da vida,
Eu: Enfim terminou o colégio, nem acredito.
Pessoa: Acabou o colégio cara, você vai entrar em uma aventura totalmente nova.
Eu: Verdade cara, agora tem a faculdade, um mundo totalmente estranho, mas se tiver uma pessoa que sente na mesa com você, tome uma cerveja e que tenhamos momentos legais, tudo vai ser legal.
A vida continuou e no ano seguinte, já na faculdade, a grande tendência de tomar mais cerveja durante a graduação se potencializou. Mais ainda do que eu tinha previsto. Nos primeiros meses de faculdade, havia um interminável rodízio entre ir pra aula e ir pro bar. Havia quem ficasse lá de uma vez, sendo que esses inverteram as prioridades e foram engolidos. Eu tinha aquele código “primeiro a obrigação e depois a diversão”, e tirando os poucos dias que eu estava injuriado e matava o segundo período pra tomar cerveja, o primeiro semestre se resumiu a socializar no calçadão (ponto de bares da região) depois que as tarefas estivessem ok. Na medida em que o tempo foi passando dentro da faculdade, a frequência no bar diminuiu bastante, se resumindo a breves intervalos no segundo e terceiro ano.
Dizem que quem entra na faculdade geralmente sai bem mais gordo em relação ao início e muitos – erroneamente, diga-se – atribuem a culpa à cerveja (a seguir, nos próximos parágrafos, abordarei mais sobre). Devo ter sido exceção, porque entrei chassi de grilo e saí chassi de gafanhoto, pesando rigorosamente a mesma coisa.
Nesses anos todos, o único ano em que abdiquei por completo da cerveja foi 2009, ano do TCC. Não completamente, mas como o tempo pra respirar era escasso, tomar cerveja no tempo livre (que inexistia) era quase devaneio. Bastou tudo isso acabar e fui a forra. Já no dia seguinte pós TCC, lavei a alma e pedi um balde de cerveja só pra mim, foi memorável.
O que sempre me assustou foi a expressão “barriga de chopp”. Tinha dias que eu ficava com receio de tomar pensando adiante, especialmente depois que comecei a fazer academia. Porém, depois de observar que quem bebia muita cerveja também tinha hábitos alimentares bem ruins e tinham a disposição de uma tartaruga em relação a exercícios. Na real, a cerveja (no caso, uma lata) pesa menos que um iogurte.
Outro fator curioso nesse meio tempo foi ver pessoas que não tomavam cerveja ingressarem nessa arte. A resposta mais comum de quando eu falava “vou tomar uma cerveja” era “não gosto, é muito amargo”. Mas assim como muitas outras coisas, esses conceitos caíram e quando eu menos esperava, estava lá eu sentado na mesa com essas pessoas tomando um copo bem gelado e divagando sobre assuntos aleatórios. De fato, fiquei bem feliz pelo ingresso de amigos a essa “arte”.
Com todos esses fatos, digo com convicção que tomar uma cerveja gelada, independente do lugar que esteja ou do momento que vive, é um prazer inigualável. Melhor ainda estando com uma boa companhia, jogando conversa fora e passando momentos bem legais.

Nenhum comentário:
Postar um comentário