domingo, 10 de maio de 2009

Some might say...

Ontem, no dia 09/05/09, teve o show da banda britânica Oasis na Arena Anhembi e como não poderia deixar de ser, como fã dos caras desde mais moleque e com o peso na consciência de ter perdido o show de 2006, estava lá.

Memorável e excelente são as palavras ideais pro dia que foi ontem, que começou de fato no dia que fui até o shopping comprar o ingresso deles, antes mesmo do show do Kiss.

Fomos um dos primeiros a chegar na fila da pista, pra isso, chegamos lá por volta das 13:30. Restou tomar um sol forte no rosto e ficar deitado no chão. Esse intervalo de tempo foi legal para ficar falando merda, já que ao contrário do Kiss, dessa vez estávamos em seis. Quando o portão abriu havia um gigantesco espaço livre e fomos direto para a grade.

Entre tantas curiosidades que rolam entre a hora de entrar e o show temos a que aparecemos no telão e o fato de ouvir o jogo do Palmeiras antes da entrada do Cachorro Grande, quando gritei gol com veemência, as pessoas e até o segurança olhou pra mim com cara de "que porra é essa?", obviamente esqueci que ali não era o palestra, apesar de estar lá de coração.

Com a proximidade do show do Cachorro Grande, a chuva torna a desabar e logo o vento vem, pronto, estávamos todos molhados e com frio. Completamente úmidos, presenciamos o Cachorro Grande entrando no palco e dando um banho de competência. Não costumo parar pra ouvi-los, mas definitivamente irei ouvir mais vezes depois de hoje. O show do Cachorro não foi muito longo e logo eles saem do palco para dar lugar a ansiedade - que dessa vez era bem menor se for comparar com o show do Kiss.
Durante o intervalo a apreensão atingiu todos os presentes. A passagem de som tocava Ac/Dc, Beatles e Led Zeppelin e finalmente, todo mundo foi ao delírio quando Fucking in the Bushes (tape) precedeu a entrada da trupe pra Rock and Roll Star. Daí nem preciso dizer mais nada, haja pulos. Com a visão privilegiada, Lyla deu um excelente prosseguimento e Shock of the Lightning foi uma bela continuação.

Pra mim, os pontos altos foram: Waiting for the Rapture do Dig Out Your Soul, Morning Glory, que pra mim é um dos maiores clássicos, a perfeita The Importance of Being Idle, a indispensável Supersonic, a emocionante The Masterplan e a surpreendente acustica Don't Look Back in Anger, que foi disparado o momento mais bonito do gélido Anhembi.

Outras também foram empolgantes, vai ficar pra sempre eu acompanhar o coro de Wonderwall, música que ouvia nos meus 8 anos de idade e que quando cresci não deixei de gostar e também as outras como Cigarettes & Alcohol, The Meaning Of Soul, To Be Where There's Life, Falling Down...

O ponto fraco foi mesmo a falta de interação da banda com o público e um pouco da habitual falta de carisma mesmo, mas altamente compensada com uma performance perfeita e suficiente pra deixar satisfeitissimo.

A noite foi fechada de maneira perfeita com a perfeita Champagne Supernova e a cativante I am the Walrus, cover do Beatles, não preciso dizer que foi algo memorável, a história fala por si só.

Foi mais um dia que vai ficar pra sempre na minha memória e no meu coração, os registros emocionais e físicos estão lá de novo, desde ficar na grade, até a chuva torrencial e a gripe que estou hoje. Quero agradecer quem estava lá comigo e fez com que esse dia fosse algo especial pra todos, sai de lá extremamente feliz com o resultado.

E o dia ficará pra sempre.

Um comentário:

  1. "
    O ponto fraco foi mesmo a falta de interação da banda com o público"
    ainda bem q vc sabe q foi no show do OASIS ushuauhsa =p

    Champagne Supernova encerrando *-*

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