Sejamos francos, o colégio e/ou faculdade não formam apenas alunos que estão querendo alavancar suas carreiras, mas também é um celeiro de jogadores de esportes sedentários e decadentes. Sim, estou falando de sinuca e principalmente o truco.
No colégio, a sinuca nem era tão praticada, mas o truco era lei. Mais do que simplesmente jogar, o legal de fazer aquilo é que deixava os professores loucos, bastava uma pausa de lições, correções e cia e estávamos lá, jogando, berrando a torto e direito e sempre tomando broncas.
Como dizem, o colégio é “roots” pra cacete nesse aspecto.
Porém, na faculdade é que você descobre o quão selvagem você pode ser jogando truco –homens E mulheres. Sério, se você erra um mísero sinal você é xingado por gerações por seu parceiro (a) e se ele erra, você faz o mesmo. Quebrar mesas é algo constante, não surpreende. A grande diferença do colegial é que existe um bar específico pra isso ou um pátio com uma mesa de plástico frágil o suficiente pras pancadas.
O problema é que se vai pro bar, ai fudeu, vira questão de insanidade. Depois de uma partida de sinuca ainda? Ai é armageddon. Aquelas pessoas que no dia a dia são calmas viram verdadeiros trogloditas. Tudo porque depois de algumas (ou várias) cervejas ou similares alcoólicos, a pessoa fica muito mais nonsense do que o jogo já propõe naturalmente.
Eu? Adoro truco e sinuca, mas as vezes me assusto com tamanha selvageria que esses esportes possam proporcionar, os hooligans são os próprios atletas.
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